Somos um grupo independente de pessoas, professores/as, estudantes e interessados/as no tema da educação em rede emancipadora, que acreditamos nos enlaces e nos vínculos para outros arranjos educacionais.
No espaço digital e pela contínua (des) formação aproveitamos o movimento para a produção e a autoria de nós-outros, na organização dos saberes e das relações de poder, respeitando as heterogeneidades.
O propósito do site e do Blog* é vivenciar, experienciar a rede como caminho onde a aprendizagem e a cidadania pode acontecer; é gerar um espaço de sensibilização, opiniões, discussão e compartilhamento de textos vinculados aos desafios do educar na contemporaneidade. Orientados pela educação em rede e a pedagogia da virtualidade buscamos a apropriação das tecnologias da informação e comunicação (TICs) e tecnologias da informação e comunicação livres (TICLs) nas nossas práticas, bem como entender a plataformização, a inteligência artificial e os algoritmos no ámbito educativo.
O estudo dos temas em pauta é de longa data e são os nexos geradores de diálogo e discussão em torno do educar, do conhecer, das epistemologías, dos modos de ser e estar com as tecnologias, dos procedimentos, das metodologias e das avaliações.
Reinventar o legado de Edit Litwin, Léa Fagúndez, Ma. Luiza Belloni, a experiência da participação das mulheres zapatista no governo autônomo de Oaxaca com uso da Internet, a experiencia do Clacso com o Campus virtual, as contribuicões de Álvaro Vieira Pinto, Ada Lovelace, Paulo Freire, Ivan Illich, István Meszáros, Michel Serres, Pierre Levy, Gilles Deleuze, Félix Guattari, Edgar Morin, Michel Foucault, Minzberg, dentre outros, está em pauta.
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Abraços circulares …
“Educar na contemporaneidade envolve a cultura, a práxis, a pesquisa e a intervenção. O conceito de rede como acontecimento educativo envolve várias dimensões: epistemológica, filosófica, ética-estética, política, organizacional, da identidade e da subjetividade. ” (Cf. Ed. em Rede, 2004)
Como se dá a pedagogia da virtualidade?
A pedagogia da virtualidade, como um processo em constante devir — está sendo, se fazendo e se refazendo em cada prática , não se apresenta como algo dado ou acabado. Trata-se de uma concepção rizomática de conhecimento, o saber emerge das conexões, das interações e das experiências compartilhadas em rede.
Esta proposta, sustentada na apropriação tecnológica em razão dos princípios da educação popular, do conceito de rizoma, do design e da mediação, objetiva o encaminhamento para a conformação de uma sociedade aberta e democrática. Assim, busca sustentar-se na ética e na vontade política dos sujeitos, aquela que reflete, pensa as práticas específicas e interpela a pedagogia tradicional e as tradições de ensino. Concomitantemente, nos ajuda a demarcar um novo território educacional, o da virtualidade a partir da cultura contemporânea, das estratégias colaborativas e do sujeito da praxis, inacabado.” (Cf. Romo, et.al. 2005, e Educação em rede: uma visão emancipadora (Gomez, 2004, 2015, 2025).
O que implica a educação em rede emancipatória?
“A Educação em Rede emancipadora implica uma mudança de paradigmas que se faz possível na confluencia de várias dimensões, não é garantia nem centro para todas as práticas e realizações educativas mas incentiva a produção e o compartilhamento do conhecimento, também no ciberespaço …”propomos educar além da tecnologia: educar para a solidariedade humana”. (Cf. Gomez, 2002, 2004, 2025)
Apoios /sustentação da pedagogia da virtualidade e seus desafios
Um dos desafios da Pedagogia da Virtualidade é superar a cultura do silêncio mediante práticas educativas. Nos círculos na cibercultura, e em outras práticas, a natureza política da educação envolve a crítica, a criatividade e transformação, aliada ao uso da Internet, dos algoritmos, das plataformas e da Inteligência Artificial. Ou seja, implica um sistema que facilite o espaço de intervenção a partir de uma ótica sócio-histórica com a qual sejam potencializados os recursos pedagógicos e resolvidas situações da vida social da gente.
Círculo de Cultura virtual digital e instalação pedagógica
Na rede, “os círculos de cultura são gerados em dominios digitais específicos”. No circulo de cultura digital / virtual, conceito cunhado por Margarita Victoria Gómez, “aprender o espaço e a estrategia nos tempos da Internet é possível…, por serem abertos deixam circular os textos …” (Gomez, 2004, 2025)
O círculo de cultura digital é um espaço e uma estratégia de aprendizagem
que permite a circulação da palavra e dos textos dos educadores e educandos
e, portanto, de poder. A ideia de círculo remete à circularidade dialógica da
linguagem na qual o homem e a mulher, na convivência, se reconhecem e o identificam
como lugar do próprio ser e o do outro. (Gomez, 2004, p. 44).
Rede-Instalação pedagógica também no virtual
O círculo de cultura e a instalação pedagógica (Rev Unifreire), nesta perspectiva, combina duas iniciativas contemporâneas: uma que vem do campo das tecnologias da informação, da comunicação, as redes sociais, e outra que deriva do campo das artes, com as “instalações” realizadas por artistas nas exposições e feiras de cultura.” (Cf. Gomez, 2015)
Autores, pesquisadores e colaboradores do Blog (2022/24 em reorganização):
Margarita Victoria Gomez *
Mahendra Mishra
Ramón encontrela Mao
Vera Alberich
María del Carmen Coronado Gallardo
Ricardo Romo Torres
Manuel Moreno Castañeda
Irma Miguel
Leticia Cardona
Nira May
Martha Yolanda Espinosa Barrera
Keyla Isabel Cañizales
Albert Hemsi
Sarat Mumar Jena
* Curriculo Lattes http://lattes.cnpq.br/1559256476370569
ORCID https://orcid.org/0000-0003-3843-9484
Academia.edu https://usp-br.academia.edu/MargaritaVictoriaGomez
Researchgate https://www.researchgate.net/profile/Margarita-Gomez-16
Semantic scholar https://www.semanticscholar.org/author/M.-G%C3%B3mez/2109777683
Issuu – Textos https://issuu.com/margaritavictoriagomez
Issuu Textos https://issuu.com/virtuseducacao
Web radio / podcast – https://podcasters.spotify.com/pod/show/margarita-victoria-5/
Pesquisadores e colaboradores (Nov.2012-2013)
Margarita Victoria Gomez
Alessandra Aparecida Dias Aguiar
Diego Mubarak de Melo
Márcia Cristina Barragan Moraes Toledo
Maria Helena Kerbej
Maria Joseneide Apolinário
Márcia Maria dos Santos Solha
Juliana de Paula Guedes de Melo Santos
Sylvia Paula de Almeida Torres Vilhena
Isaias Quinderé Ribeiro
Raquel Poncho
Pesquisadora e colaboradores, fev.2013.
Margarita Victoria Gomez
Adriano Nogueira
Claudia Sabba
Nira Nei
2003-2013
Margarita Victoria Gomez
Liliana Assano
Mirta Lopes
Albert Hemsi
Orientações básicas para os participantes:
O conteúdo do texto para o blog deve ter entre 800 e 1.500 palavras em espanhol ou português. Você pode escrever artigos de pesquisa, análise em educação, tecnologia, arte, ciências sociais, política, entre outros temas. Você também pode enviar resenhas de livros acadêmicos ou entrevistas realizadas por colaboradores do blog. Sempre citar fontes consultadas. Alternativamente, você pode enviar um vídeo de 3 a 5 minutos em vez de um texto. O formato do vídeo pode ser horizontal ou vertical, com resolução de 720p -mp4. O vídeo pode ser publicado no YouTube e o link fornecido no blog. Consulte o grupo para obter mais informações sobre os critérios de seleção e requisitos específicos para cada tipo de publicação.
Orientaciones básicas
El contenido del texto para el blog debe tener entre 800 y 1500 palabras en español o portugués. Puedes escribir artículos de investigación, análisis en educación, tecnología, arte, ciencias sociales, política, entre otros temas. También puedes enviar reseñas de libros académicos o entrevistas realizadas por colaboradores del blog. Siempre citar las fuentes consultadas. Como alternativa, puedes enviar un video de 3 a 5 minutos en lugar de un texto. El formato del video puede ser horizontal o vertical, con una resolución de 720p-mp4. El video puede ser publicado en YouTube y el enlace proporcionado en el blog. Por favor, consulta el grupo para obtener más información sobre los criterios de selección y requisitos específicos para cada tipo de publicación.