
Gosto do círculo, da sua fluidez , da ausência de ângulos e limites rígidos, da sua rodada, das formas suaves, a maneira como sempre continua e acolhe. Eu gosto dos círculos que fazemos juntos, os de amigos, leitores, aqueles de colegas, familiares e entes queridos. E os ovais e os espirais, e o símbolo do infinito. E as mesas redondas com sua ausência de hierarquias e de superiores, assim igualitárias e abertas às diferentes opiniões em um clima de paz. Encheria o mundo de círculos no lugar dos quadrados da mente, os agudíssimos triângulos e os trapézios daqueles que por vezes, não conseguimos despendurar.
(Parga L Jimenez, Fevereiro 26/16 do círculo de cultura realizado na Universidad de Guadalajara , México).
Respostas de 2
Lembrei-me da Obra de Arte Dance (I). 1909 de Henri Matisse!
Excelente lembrança…e relação.Vamos a colocar a imagem no post. Bjs.