Olá,
Hoje compartilhamos com vocês o video GRITARAM-ME NEGRA publicado no YouTube que nos mostra a força de Victoria Santa Cruz, uma peruana consciente, presente, que reafirma a sua condição.>>>>>
Também, momentos do Encontro Discente. Ontem, a recreação desse GRITO pelo Grupo Dayo de Cidade Tiradentes, a Guerreira Mística da Aldeia Samanda Nobre e a palestra de Marcos Ferreira Santos, nos reintegraram, de certa maneira, à nossa história.
Aguarde, a palestra de Marcos Ferreira estará disponível na nossa webrádio.
Abraços.
Fontes:
Veja algumas das fotos do Encontro Discente.
Encontro Discente 2015.
Grupo Dayo, Cidade Tiradentes. Vídeo>>>
Leis-Escravidão no Brasil.
Chimamanda Adichie: o perigo de uma única história
Respostas de 7
É muito lindo e forte este vídeo, já conhecia.
Segue o link de um grupo musical que trabalha com intervenções estético-pedagógicas com a intenção de desconstruir preconceitos acerca de diferentes grupos identitários. http://www.grupopastiche.com/ Beijos
Obrigada por compartilhar o link. Certamente, a expressão artística nos da existência no mais autentico de nos-otros. Bjs.
Beijos!!!! E viva a arte…
Aproveito a oportunidade para deixar esse link, Kiriku e a Feiticeira Dublado.
Uma lenda africana, para potencializar o ensino e história da cultura negra nas escolas, trabalhar a curiosidade e oralidade das crianças.
Gostei da dica! obrigado por compartilhar!
As fotografias acima tiradas durante o evento Encontro Discente/2015 dão visibilidade ao que é feito na Instituição de ensino. É o ausente que se faz presente, codificado pela sensibilidade do fotógrafo, utilizando-se de técnicas. Expressa os acontecimentos do evento, socialização, apresentações de trabalhos científicos, palestras, apresentações artísticas, entre outros.
Diante desses fatos, pergunto: como a fotografia pode não ser considerada, por alguns teóricos, como uma representação da realidade?