Uma breve introdução nos permite contextualizar o post para envolver o leitor desde o início. Nesse sentido consideramos que a troca que ocorreu entre a sociedade, a cultura contemporânea e as novas tecnologias de informação e telecomunicações afetou significativamente a educação. A Internet colaborou para novas relações, mas levou a questionar a invasão da privacidade, dos direitos e da ética.
Assim, o artigo “Emmanuel Levinas & Paulo Freire: a ética da responsabilidade pela interação face-a-face no mundo virtual” (link abaixo) relaciona: 1. as perspectivas filosóficas do educador brasileiro Paulo Freire (1921-1997) e do filósofo lituano Emmanuel Levinas (1906-1995); 2. o conceito de ética da responsabilidade e 3. a interação face-a-face no mundo virtual.
O foco central deste trabalho envolve a reflexão sobre como esses autores abordam a ética da responsabilidade, especialmente no contexto da educação. Hoje, em tempos do advento da inteligência artificial, pensar a interação face-a-face no mundo virtual nos permite repensar a própria experiência educativa e considerar as atividades online assumidas com responsabilidade.
A interação face-a-face no mundo virtual destaca o paradoxo da interação pessoal em um ambiente digital e sugere uma reflexão profunda sobre como a ética da responsabilidade se manifesta também nas interações virtuais, já que o outro demanda atenção, escuta e dialogo no processo de aprendizagem.
O artigo oferece perspectivas únicas sobre responsabilidade e ética. Estudos de caso podem ser consultados a partir dos livros “Educação em rede: uma visão emancipadora e “Pedagogia da virtualidade”*, de autoria de Margarita Victoria Gómez, e servem para apoiar os argumentos e tornar as práticas mais compreensíveis na implementação de futuras ações com uso da inteligência artificial.
Para obter detalhes específicos sobre a ética da responsabilidade nesta perspectiva convidamos a acessar o artigo nos links: versão em inglês e em espanhol.