“Nísia Floresta, uma mulher que em pleno século XIX se casa e se decepciona, tem filhos, viaja, se enamora, funda uma escola de idiomas no Rio de Janeiro, oferece palestras republicanas e abolicionistas e, ainda, escreve no jornal da cidade. Viúva, segue viagem para a Europa, edita obras mesmo no controverso período de guerras, falece e é homenageada aqui no Brasil. Parece que estamos falando de uma mulher moderna do século XXI, mas, na sua época, Nísia encontra, com muitas dificuldades, espaço para ser uma artista com opinião própria, autora e produtora literária.” (Vera Alberich, 2018)
São múltiplos os lugares que Nísia ocupa no pensamento e nas práticas culturais, sociais e pedagógicas. Aqui uma simples homenagem às mulheres visionarias do Brasil e do mundo que nos contam parte de suas jornadas através de entrevistas e diálogos realizados em nosso espaço virtual:
Este vídeo “Samba que Elas Querem” de Taissa Zin está no Youtube.
Jacqueline Moraes Teixeira – Lugar de mulher
Moema Viezzer – Compromisso com o meio ambiente e a educação popular
Nira May – Por que Paulo Freire no Oriente Médio?
Marcha de mujeres – Organizadas y fortalecidas contra la violencia de género
Uma professora radialista anarquista – Maria Lacerda de Moura
A dança circular dos povos pela paz.
Mujeres – Ritmos de nuestra América: poesía, epistemología y pedagogia. Romo, 2017.