Ontem, quinta-feira 5 de dezembro de 2013, participei de uma banca de qualificação de doutorado cujo tema é a Pedagogia da simulação o que me levou a refletir que a simulação, na área da saúde, é uma metodologia que hoje se atualiza com as novas tecnologias digitais.
E importante conhecer os desenvolvimentos e pesquisas nacionais realizados sobre simulação nessa área: a experiência e pesquisas do Laboratório de Habilidades e Simulação da Universidade de São Paulo ou de Ribeirão Preto, do Laboratório do Hospital Albert Einstein; do Hospital Sírio Libanês; do Anhembi Morumbi, Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo Dr. Euryclides de Jesus Zerbini, e da Universidade Nove de Julho. São experiências feitas possíveis por profissionais comprometidos com a educação como saúde publica.
Efetivamente, a participação na banca de qualificação de doutorado me remete particularmente à nossa pesquisa sobre o perfil e a formação de professores da área da saúde que usam a simulação como estratégia didática no Laboratório de Habilidades (LabHab) que busca contribuir para uma proposta de formação docente.
Por isso conhecer as prioridades e a relevância da simulação nas atividades didático pedagógicas nos permite compreender como esse profissional recria e atualiza seus conhecimentos, pois ao perceber o alcance dos processos de simulação aprimorados pela tecnologia estabelece propostas de inovação educativa na área da saúde.
A pedagogia da simulação expressa uma área de pesquisa cada vez mais explorada no campo da saúde, no pais e no exterior. Sua sustentação pedagógica pode ser encontrada em Paulo Freire, entre outros pensadores da educação.
É tempo de pensar e fazer em prol de uma pedagogia da simulação crítica.
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Dica de leitura:
La simulation en santé: De la théorie à la pratique – ed. Springer.